quarta-feira, 23 de dezembro de 2015

Mad Max: Estrada da Fúria - Max continua sua jornada de forma esplendida em novo filme, mas desta vez conta com grande ajuda



Quando foi anunciado um novo filme da franquia Mad Max (não sei bem quando, já que faz 15 anos que George Miller esta comentando sobre esse novo filme), muitos começaram com o desdenho, já que a trilogia estrelado por Mel Gibson era cultuada e intocável e ainda é nos dias de hoje. Muitos diziam não haver mais espaço para as historias com o personagem "Mad" Max Rockatansky, coisa que vamos tratar mais abaixo. Depois de muitos atrasos nas filmagens por vários motivos como mudanças de locação, discussão com a Namíbia (país onde foi gravado boa parte do filme, outra parte foi gravado na Austrália) eles alegavam que a produção estaria danificando os patrimônios do país, o valor muito alto das filmagens, algo em torno de US$ 180 milhões, uns dizem que chega a 200 milhões de dólares, desentendimento entre Tom Hardy (Mad Max) e Charlize Theron (Imperatriz Furiosa), enfim, o filme estava com todos os indícios que não conseguiria nada de grandioso. Logo de inicio temos uma das melhores sequencias do ano até então (se não a melhor) no quesito ação, a qualidade visual que o filme mostra é absurda, carros envenenados e se despedaçando no ar, a historia se desenrolando no em meio a explosões e tempestade de areia, só por essa sequencia inicial já valeu e muito a pena o filme.
O filme mostra o mundo pós apocalíptico comandado por instituições que tem certos controles no mundo, Immortan Joe (Hugh Keays Byrne - que;também trabalhou no filme de 1979) por exemplo "cuida" de uma represa de água. O filme mostra também uma religião(?) formada através da idolatria por veículos, onde os seguidores de Immortan Joe se sacrificam para um bem maior.A atuação de Tom Hardy ficou extremamente apática frente as outras já feitas pelos ator, parecia estar no piloto automático talvez, muito também pela boa atuação de Charlize Theron que com certeza roubou a cena como a Imperatriz Furiosa, personagem forte, destemida e afim de lutar pelos ideais que acredita, vale destacar também mais duas atuações, Nicholas Hoult (Skins) como um Nux, um seguidor de Immortan Joe, que acaba se identificando com as ideias da Furiosa, e também a atuação da Rosie Huntington-Whiteley (Transformers 3 - O lado escuro da lua) como uma das esposas de Immortan Joe.
Com o tem de filme rolando, percebe-se a dificuldade que o filme encontra em se manter no mesmo ritmo da primeira parte, muito se dá pelas dificuldades já descritas acima, mas que não chegam a sem um problema ou atrapalha o desenrolar e o divertimento que filme propõe, que continua com perseguições alucinantes pelo deserto. George Miller acertou em cheio ao deixar de usar CGI e Chroma Key na confecção do deserto e dos carros tornando a experiencia muito mais realista e bonita aos olhos. O filme mostra que apesar das dificuldades encontradas (que não foram poucas) é sim possível fazer um filme que agrade todos os públicos, tanto os fãs antigos, como os novos telespectadores, que pode ser tratado independente da trilogia original, pegando apenas alguns elementos.Com certeza é merecido a indicação ao globo de ouro como melhor filme de 2015. Para finalizar vou deixar minha homenagem, uma frase que já virou clássica nesse novo filme "Eu vivo, eu morro, eu vivo de novo", com certeza viveria de novo pra ver esse filme mais um vez (kkkk).

Comentem o que vocês acharam do filme, e vamos discutir pessoal

^^)

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