domingo, 24 de janeiro de 2016

Não Se Apega, Não

Título: Não se Apega, Não
Gênero: Literatura Juvenil



Título Original: Não Se Apega Não
Editora: Intrinseca
Autor: Isabela Freitas
Sinopse: Desapegar: remover da sua vida tudo que torne o seu coração mais pesado. Loucos são os que mantêm relacionamentos ruins por medo da solidão. Qual é o problema de ficar sozinha? Que me desculpe o criador da frase “você deve encontrara metade da sua laranja”. Calma lá, amigo. Eu nem gosto de laranja. O amor vem pros distraídos.
Tudo começa com um ponto-final: a decisão de terminar o namoro de dois anos com Gustavo, o namorado dos sonhos de toda garota. As amigas acharam que Isabela tinha enlouquecido, porque, afinal de contas, eles formavam um casal per-fei-to! Mas por trás das aparências existia uma menina infeliz, disposta a assumir as consequências pela decisão de ficar sozinha. Estava na hora de resgatar o amor-próprio, a autoconfiança e entrar em contato com seus próprios desejos.
Parece fácil, mas atrapalhada do jeito que é, Isabela precisa primeiro lidar com o assédio de um primo gostosão, com as tentações da balada e, principalmente, entender que o príncipe encantado é artigo em falta no mercado.

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O livro é narrado em primeira pessoa, pela autora - que consiste em suas experiências de vida (amorosa, amizade, familiar, etc), e também trechos com diálogos dessas lembranças.
Ganhei esse livro e a sequência deste, de presente de uma amiga, que disse que se eu gostasse ela compraria pra ela, bom: "Leh, amiga, não compra, eu até empresto pra você, caso tenha muita curiosidade por ler".
Pois eu sempre tive muita, afinal, muita gente estava falando maravilhas sobre e poxa, sou filha de Deus e sou curiosa por natureza. O livro não é o pior que já li na vida, mas a disputa por essa colocação é boa.


Eu esperava muito mais, muio mesmo. Achei a escrita muito simplória, com cara de autoajuda para pré adolescentes, uma receita pronta to tipo "faça como eu". Acredito que o maior deslize foi esse, o uso excessivo de argumentação no senso comum e principalmente, na percepção apenas do seu ponto de vista. Relacionamento envolve mil vezes mais que apenas nossas percepções. Empatia é a capacidade de se colocar no lugar do outro e isso acontece raramente no livro, e quando acontece é equivocado. Não sei o que pensar, terminei o livro com a impressão de ter escutando uma menina de 12 anos reclamando por horas ininterruptas de seus relacionamentos amorosos, os quais praticamente rege as demais áreas de sua vida, mas que aprendeu a formula mágica, chamada "Desapego", que deve ser usado sem moderação.
Bom, é isso, podem apedrejar, vaiar, xingar... porque não retiro uma vírgula do que falei/escrevi. E sinceramente, nem sei se irei ler o segundo livro.

Beijos, Bru
=)



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